Se eu entrar na faculdade:
domingo, 14 de dezembro de 2008
promessas pra 2009
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Anônimo
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pessoas que ignoraram o cabeçalho
sábado, 25 de outubro de 2008
Bandeirantes (2006 - 2008)
Começar do começo, quem sabe? É sempre bom, né?
O primeiro ano de band foi... único. Conheci as melhores pessoas da minha vida e que nunca vou esquecer. As pessoas que transformaram notas vermelhas em sorrisos e alegrias, épocas de TPM em épocas de calma e paciência, almoços de 30 minutos em "almoço-de-botar-o-papo-em-dia"... Enfim... pessoas que entraram de uma hora pra outra na minha vida e a puseram de cabeça pra baixo. Mas não que isso seja ruim! NUNCA. Mas me mostraram um jeito novo de ver os fatos (tanto bons quanto ruins) da vida.
O segundo ano não poderia deixar de ser diferente. Nós tínhamos "subido na vida". Saimos do sub-solo e fomos pro 2º andar... alguns pro 4º, mas nem por isso nós deixamos de se ver, encontrar, rir, brincar, sair, fofocar. E nunca esquecendo o estudo, né? Nós ficamos realmente enroscados em algumas coisas. Mas não foi por isso que nós deixamos de fazer o que a gente fazia nos outros finais de semana, nos outros feriados. Estivemos sempre juntos desde as 7horas da manhã até, algumas vezes, as 18h30. E pessoas novas entraram na nossa vida e, dessa vez, ao invés de quebrar a "base" já construída, não, essas novas pessoas só a aperfeiçoaram.
Pintaram, coloriram, puseram purpurina. Transformaram as nossas vidas em mais belas, mais divertidas sem esquecer dos antigos amigos, dos antigos professores, enfim, do passado.
O terceiro ano de 2007 era animado, até tentava arranjar briga nos mandando tomar no c* e etc... mas nada iria estragar aquele nosso ano. Nada mesmo.
Terminamos o ano com chave de ouro. Mais um obstáculo superado, só estávamos esperando chegar o terceiro. Finalmente, né? Depois de 10 anos estudando, nós merecemos um pouco de descanso. DESCANSO? Há, é uma coisa que eu e muitos naquele colégio desaprendemos o que é logo na segunda semana de aula. Trabalhos, listas de química, testes online... meu deus, quanta coisa. E logo foi o primeiro bimestre. Depois o segundo... Férias de Julho e a viagem pra porto seguro. Acho que essa viagem dispensa comentários pq quem foi sabe quão insubstituível foi essa viagem. E o terceiro bimestre? Mal piscamos e já tinha passado! O quarto foi a mesma coisa.E já estamos aqui. No nosso último dia de aula, com a tensão pré-prova e pré-vestibular já se refletindo nos nossos ombros que desde 2006 pedem AQUELA massagem...
E o que dizer além disso? Que vamos sentir falta do band. De ver os rostos das pessoas que só dormiram 3 horas naquela noite pq precisavam estudar, de sentar durante 10 horas na mesma carteira do lado do seu colega, que já tá saturado das suas manias e você das dele. De você saber mais da vida do seu professor do que dos seus próprios pais e, as vezes, até chamar algum professor(a) de pai/mãe pelo tempo que vocês estão juntos, na mesma sala.
Esse terceiro ano teve um gostinho especial, como disse nosso queridíssimo professor e paraninfo Mané Lopes. E ele não estava errado. Nós realmente aproveitamos do jeito mais seguro e "dentro das regras" que pudemos. Não tivemos tantos privilégios quanto os outros anos devido a vários fatores que não interessam agora, mas uma coisa é verdade: NUNCA um terceiro ano foi tâo elogiado pelos professores, bedéis, coordenadores e diretoria.
E quer saber? CHORA BANDEIRANTES, BANDEIRANTES CHORA, CHORA BANDEIRANTES QUE O TERCEIRO VAI EMBORA!
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Anônimo
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pessoas que ignoraram o cabeçalho
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Talvez...
Talvez seja verdade...
... que alma gêmea existe;
... que as pessoas serão amigas para sempre;
... que um gesto diz mais do que mil palavras;
... que um dia a gente aprende;
... que tudo vai passar;
... que quando menos esperarmos, tudo vai melhorar;
... que tudo tem um significado;
Talvez?
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Anônimo
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quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Pura invenção.
A festa estava rolando já havia algum tempo e depois do “rolê” no supermercado para comprar bebidas, lá estavam eles. Ela, sempre quieta e observadora. Ele, mais amigo dos rapazes, brincando e dando bastante risada.
Os dois já tinham “namorado” (ou ficado, como preferirem) e, apesar de terem terminado recentemente, os dois pareciam bem. Ele disse que estava com outra e ela só disse que tinha superado. Ela entrava nas brincadeiras, ria, até retrucava de vez em quando. Ele ficava mais a vontade nessas horas, bebia sua cerveja e comia a pizza preparada pela galera.
Jogaram pôker, beberam, comeram, quebraram garrafas, falaram besteira a noite e a madrugada toda. Ele chegava perto dela, pegava na sua mão, fazia carinho na sua cabeça, pescoço, coxa. Confusa com as atitudes dele, ela permitia-o e retribuía, assim como era quando eles eram só amigos.
Já ao nascer do sol daquele final de semana e como ela estava com seus parentes, ela providenciou colchões, travesseiros e cobertores para todos os ainda acordados. Iria faltar um colchão e os sofás já estavam lotados. Ele aproveitou logo para soltar a célebre frase enquanto ela arrumava a cama dela:
“Então, poderíamos socializar isso?”.
“Ah... O quê? O colchão?”, perguntou ela.
Ele acenou com a cabeça e esperou a resposta. Ela colocou a mão na cintura, pensando, mas logo respondeu:
“Pode, sim.”
Depois de todos acomodados, ela estava em pé ainda e foi apagar a luz. Ele já estava deitado e ela logo deitou ao seu lado, de frente pra ele. De olhos fechados, ela ouvia a sua respiração curta e forte e abria os olhos de tempos em tempos para ver o que estava acontecendo. Os dois, de frente pro outro em um colchão de solteiro às 6horas da manhã.
Ele permanecia de olhos fechados, sem se mover e com sua respiração curta e forte. Ela analisava cada centímetro do rosto dele e se perguntava por que tão de repente e por que tinha terminado com ela para ficar com a outra. Simplesmente pelo fato de vê-la sofrer?
Não. Não deveria ser por isso. Ele não era assim. Não aparentava ser, pelo menos. Ela continuava com o olhar percorrendo a face dele. Nariz, boca, olhos, bochechas, cabelos. Ele estava tão perto e ao mesmo tempo parecia tão longe.
Até que ele abriu os olhos. Seus olhares se encontraram e ficaram assim. Ela fitava-o e ele analisava sua expressão de confusão, tristeza, carencia. Na hora, ele não soube distinguir.. Ele logo tirou o braço livre de baixo do cobertor e colocou-o sobre a cabeça dela. Ele fez carinho nos cabelos sedosos e logo passava os dedos de leve sobre o rosto dela. Ela continuava encarando-o com a mesma expressão. Ela só tinha uma frase em mente: Por quê? Por quê só agora?. Ele continuava passando a ponta de seus dedos na pele macia do rosto dela. Ela continuava com o olhar impassível mas estava começando a sentir as suas mãos tremerem. Por quê? Por quê só agora?
Ele aproximou o rosto dele do dela. Eles já sentiam a respiração do outro nos seus rostos. Ela sem tirar os olhos e nem mudar de expressão. Ele passando a ponta de seu dedo indicador nos lábios dela e alternando o olhar da boca para os olhos. Até que ela, tímida, tirou a mão de baixo do cobertor e a colocou sobre o pescoço dele. Ajeitou-se, aproximando o corpo dela do dele. Seus narizes estavam quase se encostando mas seus olhares não desviavam. Por quê? Por quê só agora?
Os lábios se encontraram depois de um certo tempo de troca de olhares e só se soltaram quando ele disse que tinha sentido falta desse beijo tão gostoso que ele, um dia, tinha trocado. Ao ouvir isso, ela pode dormir tranqüila e, depois de tanto tempo, realmente feliz
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21:57
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domingo, 7 de setembro de 2008
POR QUÊ?
alguém me explica pq eu ainda posto aqui?!
NINGUÉM LÊ!
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sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Novas metas
01. O que se faz quando você não conseguiu alcançar nem metade das metas que você tinha planejado no começo do ano?
R: FAZER OUTRA LISTA MAIS APROPRIADA.
Resoluções de ano novo da Júlia (lista 2)
1. Começar a tirar 8.0 no Colégio Bandeirantes
2. Passar no vestibular (no curso que EU quero)
3. Arranjar um namorado :)
4. Ter o meu primeiro encontro-duplo (sabe... eu e uma amiga e nossos respectivos namorados)
5. Passear na Paulista de madrugada ouvindo techno!
6. Aprender a estudar (pq eu acho que só passei de ano por pura sorte :x)
7. Ver a minha melhor amiga de novo (com 60kg!)
8. Fechar o ano com 62kg
9. Tomar sol até dizer "chega"
10. Já disse passar no vestibular (no curso que EU quero)?
11. Tentar ficar mais inspirada pra postar aqui o máximo de vezes possíveis
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domingo, 10 de agosto de 2008
Surto?
Depois de uma semana confinada dentro de casa, finalmente, um pouco de liberdade.
Sair de casa, ver as pessoas andando de carro, a pé, bicicleta...
É, o mundo não parou enquanto eu fiquei dentro de casa com dor de garganta, febre e sono insaciável.
É engraçado isso, não? Perceber que apesar de você ter jogado dias e dias fora, o mundo não parou... continuou sem você. Pessoas continuaram trabalhando, a economia continuou subindo e caindo, os aviões continuaram decolando...
O mais engraçado é ver também que apesar de você falar com uma pessoa ou outra durante esse tempo, quando você vai pra algum lugar como a casa da sua outra tia, todo mundo pergunta como você está, se melhorou e se já vai poder ir pra escola. Como se você mesmo tivesse contado a sua situação pra eles. Sim, as pessoas não se tornaram anti-sociais enquanto você ficou de cama, com um termômetro embaixo do braço e com 5 cobertores em cima de você.
Acho que agora eu tive um surto de "pare de olhar pro seu umbigo e veja que você não é única no mundo".
E isso é bom de vez enquando... não é?
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Anônimo
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21:19
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